quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Em tempo de eleição!!!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010 0
Olha a boca Menino!!!!!

Vamos participar!!!!

Nos dias 20, 21, 22, 23 e 24 de setembro a FPM realizará mais uma edição da Semana da Comunicação, que reunirá alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade da FPM para participarem de uma série de palestras e atividades.
O evento contará novamente com o Dia do Desafio, na quarta-feira (22) e será organizado pelos profissionais que compõem o Núcleo de Comunicação da FPM.
Como palestrantes, já estão confirmadas a presença dos seguintes convidados especiais: Luiz Claudio, diretor de Marketing da Schincariol; Sandro Vaia, ex-diretor da Folha de São Paulo; Thiago Santoro, diretor de criação da "Verbo Comunicação", Aurelio Sinti, Planner da Artmaker, Lisiane Kindlen, diretora de criação da F.biz, Nino Carvalho, gerente da In Press, Juliana Caetano, jornalista da Band News Campinas, Monica Rodrigues, gerente de Comunicação Corporativa da Ipiranga, Duílio Fabri, gerente de jornalismo da EPTV Campinas e Mariana Castro, gerente de jornalismo do Último Segundo (Portal de Notícias do site IG)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eleições 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010 0
De 20 a 24 de Setembro a Faculdade Prudente de Moraes realiza a Semana da Comunicação voltada para os cursos de jornalismo e publicidade e propaganda.
Organizado pelo Núcleo de Comunicação o evento vai levar ao alunos palestras com profissionais renomados na área de comunicação. O diferencial do evento é o Dia do Desafio. Neste dia os alunos poderão colocar em prática as atividades desenvolvidas em sala de aula. Mais novidades em breve.
Quer mais informações sobre a Semana da Comunicação?Acesse o portal da FPM: www.fpm.edu.b
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Cultura Inútil!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009 0

Mais Festa em 2016 e o Brasileiro para não perder a viagem já colocou a criatividade em prática!!!!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

E vamos aprender!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009 0

Aos amigos escribas, focas e jornalistas 30 dicas para se escrever bem:

escrever 1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário. 7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então, valeu!

9. Palavras de baixo calão, p**ra, podem transformar o seu texto numa m**da.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem ideias próprias”.

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza. 27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambiguidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar, tchê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, uai!... nada de mandar esse trem... vixi... Certo, mano? Então é nois...

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Para as mães!!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009 0

mae02

Ser mãe

S
er mãe é ser humana
É
ser gente, é ser bicho
É
viver sem chegar, sem partir
S
er mãe é reconhecer o mundo
A
través do amor profundo
É
sonhar, é sorrir, é chorar
S
er mãe é descobrir a cada dia
Q
ue a vida recomeça
É
enxergar com o coração
É
música, é dança, é bonança
S
er mãe é não ter sono, nem cansaço
P
lantar, adubar e colher
S
er mãe é cantar a felicidade
É
ser poeta e também profeta
S
er mãe é falar o necessário
É
calar, é olhar, é entender
S
er mãe é abraçar
É
acarinhar, é ninar
É
ter a sabedoria dos deuses
A
paciência do tempo
É
não ter contratempo
S
er mãe é ser anjo
É
loucura, é aventura permanente
S
er mãe é viver cercada de amor
É o início, é o meio e jamais o fim

Ser mãe é ser assim...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Música – Alento da Alma

quinta-feira, 7 de maio de 2009 0

 

Musica_menor[1]

É raro encontrar alguém que não goste de uma “boa” música. Quero dizer música mesmo, que expressa sentimentos, reflexões e nos leva a pensar. Composições que nascem de mentes brilhantes, como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Edu Lobo, João Bosco, Gonzaguinha, Renato Russo e tanto outros.

Agora chamar de música aquilo que mais se assemelha a um conto erótico disfarçado com algumas notas “quase” musicais é simplesmente abominável.

A origem da palavra ‘música’ vem do grego mousikê, que significa “arte das musas”. Música pode ser definida como “arte e ciência de combinar harmoniasamente os sons”. Vale ressaltar, harmoniosamente, quer dize não agredir o ouvido e nem o intelecto humano.

Não é possível definir exatamente quando a música surgiu. Ao longo da história inúmeros gêneros e estilos musicais foram produzidos.

Desde a época medieval, passando pela renascentista, barroca, clássica e romântica, nomes como Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Chopin, Wagner e Villa-Lobos, Carlos Gomes são personagens desse mundo da musicalidade.

Na fase moderna, Jazz, Samba, Chorinho, Blues, Bossa Nova, Rock, Pop, Tropicália, Soul Music, e MPB foram movimentos que marcaram época e tornaram inesquecíveis nomes como Louis Armstrong, Cartola, João Gilberto, Beatles, Madonna, Caetano Veloso, Tom Jobim, Caetano Veloso, Elis Regina e muitos outros.

Também vale lembrar que o mundo na verdade é uma verdadeira sinfonia.Não há como pensar em um mundo sem música. Pois, a própria natureza através do barulho da cachoeira, pássaros, ventos e outros elementos faz o papel de compositor e, assim, o homem de alguma forma seria estimulado a assoviar, compor, cantar…

A música na verdade pode ser interpretada de várias maneiras, cada um pode dar a sua leitura, é isso que a torna tão atraente.

Meu amigo, Pastor Cláudio Rodrigues, meu enviou um texto que expressa toda a singeleza concreta e ao mesmo abstrata da música.

Boa leitura!!!

 

A música

Som suave saindo de sorrate

Silvando sem cessar

Soletrando sinfonias expressivas

Sincinesia sorvendo sonhos sensatos e intensos

Substanciando delicioso sabor

Doce musica 1

A música é universal; como viver sem cantar, cantarolar, assobiar, batucar? Não deve haver alguém que seja imune à ressonância produzida por laringes e instrumentos mil, alguém que não se impressione com acordes, harmonias, arranjos, nuances, dinâmicas.

Como resistir ao nascimento e morte de uma melodia, fugaz em sua exibição, eterna no impacto que causa? Aliás, como aceitar sua morte? Não querer que ela permaneça ali, para sempre, acalentando os sorrisos ou lágrimas de que fala tão eloquente?

A quantidade de sentimentos despertados pela singeleza, abstrata e concreta a um tempo, de um amontoado de sons que conversam, concordando em suas assertivas matizadas de alturas que se completam, não se conta com os dedos – muitos seriam poucos –, mas em milimiligramas que coloca sobre os ombros de quem o ouve – a leveza quase palpável é a testemunha do toque suave que lenifica a crispação do cenho a que se acostumou o homem.

Sendo tão sublime não se afigura ocupação hercúlea concluir que a origem da música é o céu, a presença do Deus Criador. Diante de Sua majestade santa o louvor se torna imperioso, inevitável, voluntário e prazeroso.

A grandeza de Deus se percebe claramente pelo conjunto da criação. No entanto, é no rol de características de que dotou o homem que ela se mostra mais explícita. Entre tantas pontifica o gosto pelo belo, a atração que a harmonia das coisas exerce. De que forma não incluir a música em lugar de destaque na tradução de tão marcante traço?

Como tudo, houve uma degradação no sentido original de que se revestiu a música. A sempre-beleza deixou de ser soberana para dar lugar a disparates, ruídos travestidos de melodias, cuja defesa se torna obra de difícil consecução. Entretanto, o âmago ainda clama por frases breves – ou semibreves –, que tenham doçura mínima – ou semínima, que seja – e enlevem o coração, transportando-o aos píncaros da sensibilidade onde a guerra experimenta o desprezo que lhe tem faltado nestes dias de barulhos surdos que não perfazem uma cântico.

Música combina com adoração a Deus, com amor por Ele e por quem foi criado por Suas mãos. Afasta-se, escandalizada, de desonras, acintes e afrontas. Assemelha-se a lenitivo para a dor e discorda dos aguilhões engatilhados e apontados para ferir.

A música é boa; faz par com a vida, sendo-lhe fiel, abraçando-a quando se sente só, fazendo-lhe companhia andando e parando, no descanso e no cansaço.

Quando por aqui chegamos ela entoou vivas. Quando partirmos ela chorará nossa ida por um instante e, feliz, nos recepcionará no lar eterno.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Para relembrar!!!

quarta-feira, 6 de maio de 2009 0
Technorati Marcas:

Para que nasceu no início da década de 70 é impossível não lembrar!!!!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Divagando

quarta-feira, 29 de abril de 2009 0

Globalização: Dilemas e incertezas

 

globalizacao-marcas

Um mundo sem fronteiras, é isso que o homem alcançou através de grandes conquistas e avanços científicos e tecnológicos.

Esses avanços possibilitaram a tão desejada, mas, porém, conturbada Globalização.

Desejada, pois possibilitaria a cooperação recíproca entre nações e povos de todo o globo, ou seja, cada um teria sua página na Internet, teria acesso à informação, poderia ligar-se simultaneamente com vários países, interagir com pessoas do mundo inteiro, comprar um produto na internet. Tudo isso seria sinônimo de ser moderno, avançado e, na verdadeira acepção da palavra ser global.

Mas cabe também aqui um questionamento:

Todos têm acesso a esse processo?

E é exatamente essa questão que conturba o processo de Globalização, pois ao mesmo tempo em que difunde, restringe o acesso às novas tecnologias á aqueles que dominam a ponta do iceberg capitalista, provocando a uniformização de numerosos aspectos da economia, da cultura e das comunicações, mudando a definição do que consideramos como local, regional e global.

Podemos constatar então que a globalização não é um produto sem erros de fabricação.

Como vimos acima, ela aproxima as pessoas, possibilita as troca de conhecimento e informação, através do avanços tecnológicos, eliminando as barreiras impostas pelas distancias territoriais.

Mas em contrapartida notamos as lacunas que separam em distâncias longas, os ricos dos pobres, bem como as nações desenvolvidas das mais atrasadas, o que acaba determinando quem serão os agentes globalizadores e quem serão aquelas que, sem escolhas, serão explorados, ou seja, os Desglobalizados.

Outro ponto problemático da globalização é o desemprego estrutural que é crescente, mesmo com o desempenho favorável de algumas economias.

O uso da tecnologia, a utilização da mão de obra barata proporcionada pela desteritorialização , que possibilitou as grandes conglomerados industriais atuar em vários países, faz com que postos de trabalho sejam eliminados e muitos indivíduos sejam jogados ao terror da falta de emprego, gerando um movimento migratório, que nos últimos anos vem crescendo e assustando países como Espanha e Estados Unidos, que tentam de forma drástica coibir essa ação desesperada, daqueles que poderíamos classificá-los como “os esquecidos da globalização”.

Essa dicotomia entre os pontos positivos e negativos da globalização e das inovações trazidas por ela, deve passar por uma investigação crítica da sociedade.

“Quando se aceita a existência de uma estrutura complexa de interação entre o ambiente econômico e as direções das mudanças tecnológicas, deixa-se de compreender o processo de inovação como um processo que evolui da ciência para o mercado.Os diferentes aspectos da inovação a tornam um processo complexo, interativo e não–linear.” (Cristina Lemos, Informação e Globalização na Era do Conhecimento, Rio de janeiro, p.125.)

Diante do que foi exposto, podemos dizer que a globalização é um processo que exige uma predisposição para o novo, e não são todos que estão preparados para uma troca intermitente no que diz respeito ao agir político, cultural e econômico, já que as vias de acesso aos avanços tecnológico estão concentradas nas mãos daqueles que detém o capital .

Mas também percebemos que a globalização não é algo acabado que devemos assimilar sem questionar, pelo contrário, é um processo que exige análise crítica e compromissada de todos aqueles que com ela convivem para chegarmos, ou pelo menos nos aproximara da tão desejada “Aldeia Global”, onde todos poderão interagir e se beneficiar do mundo sem fronteiras

Utopia ou não, cabe a nós através desse questionamento, dessa busca, a possibilidade de construir, um mundo sem imposições de poder, nem ingerências a serviço da desigualdade e da dependência.

 
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