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| Olha a boca Menino!!!!! |
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Vamos participar!!!!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
De 20 a 24 de Setembro a Faculdade Prudente de Moraes realiza a Semana da Comunicação voltada para os cursos de jornalismo e publicidade e propaganda.Organizado pelo Núcleo de Comunicação o evento vai levar ao alunos palestras com profissionais renomados na área de comunicação. O diferencial do evento é o Dia do Desafio. Neste dia os alunos poderão colocar em prática as atividades desenvolvidas em sala de aula. Mais novidades em breve.
Quer mais informações sobre a Semana da Comunicação?Acesse o portal da FPM: www.fpm.edu.br
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
E vamos aprender!
Aos amigos escribas, focas e jornalistas 30 dicas para se escrever bem:
1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário. 7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então, valeu!
9. Palavras de baixo calão, p**ra, podem transformar o seu texto numa m**da.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem ideias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza. 27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambiguidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar, tchê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, uai!... nada de mandar esse trem... vixi... Certo, mano? Então é nois...
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Para as mães!!!!
Ser mãe
Ser mãe é ser humana
É ser gente, é ser bicho
É viver sem chegar, sem partir
Ser mãe é reconhecer o mundo
Através do amor profundo
É sonhar, é sorrir, é chorar
Ser mãe é descobrir a cada dia
Que a vida recomeça
É enxergar com o coração
É música, é dança, é bonança
Ser mãe é não ter sono, nem cansaço
Plantar, adubar e colher
Ser mãe é cantar a felicidade
É ser poeta e também profeta
Ser mãe é falar o necessário
É calar, é olhar, é entender
Ser mãe é abraçar
É acarinhar, é ninar
É ter a sabedoria dos deuses
A paciência do tempo
É não ter contratempo
Ser mãe é ser anjo
É loucura, é aventura permanente
Ser mãe é viver cercada de amor
É o início, é o meio e jamais o fim
Ser mãe é ser assim...
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Música – Alento da Alma
É raro encontrar alguém que não goste de uma “boa” música. Quero dizer música mesmo, que expressa sentimentos, reflexões e nos leva a pensar. Composições que nascem de mentes brilhantes, como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Edu Lobo, João Bosco, Gonzaguinha, Renato Russo e tanto outros.
Agora chamar de música aquilo que mais se assemelha a um conto erótico disfarçado com algumas notas “quase” musicais é simplesmente abominável.
A origem da palavra ‘música’ vem do grego mousikê, que significa “arte das musas”. Música pode ser definida como “arte e ciência de combinar harmoniasamente os sons”. Vale ressaltar, harmoniosamente, quer dize não agredir o ouvido e nem o intelecto humano.
Não é possível definir exatamente quando a música surgiu. Ao longo da história inúmeros gêneros e estilos musicais foram produzidos.
Desde a época medieval, passando pela renascentista, barroca, clássica e romântica, nomes como Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Chopin, Wagner e Villa-Lobos, Carlos Gomes são personagens desse mundo da musicalidade.
Na fase moderna, Jazz, Samba, Chorinho, Blues, Bossa Nova, Rock, Pop, Tropicália, Soul Music, e MPB foram movimentos que marcaram época e tornaram inesquecíveis nomes como Louis Armstrong, Cartola, João Gilberto, Beatles, Madonna, Caetano Veloso, Tom Jobim, Caetano Veloso, Elis Regina e muitos outros.
Também vale lembrar que o mundo na verdade é uma verdadeira sinfonia.Não há como pensar em um mundo sem música. Pois, a própria natureza através do barulho da cachoeira, pássaros, ventos e outros elementos faz o papel de compositor e, assim, o homem de alguma forma seria estimulado a assoviar, compor, cantar…
A música na verdade pode ser interpretada de várias maneiras, cada um pode dar a sua leitura, é isso que a torna tão atraente.
Meu amigo, Pastor Cláudio Rodrigues, meu enviou um texto que expressa toda a singeleza concreta e ao mesmo abstrata da música.
Boa leitura!!!
A música
Som suave saindo de sorrate
Silvando sem cessar
Soletrando sinfonias expressivas
Sincinesia sorvendo sonhos sensatos e intensos
Substanciando delicioso sabor
A música é universal; como viver sem cantar, cantarolar, assobiar, batucar? Não deve haver alguém que seja imune à ressonância produzida por laringes e instrumentos mil, alguém que não se impressione com acordes, harmonias, arranjos, nuances, dinâmicas.
Como resistir ao nascimento e morte de uma melodia, fugaz em sua exibição, eterna no impacto que causa? Aliás, como aceitar sua morte? Não querer que ela permaneça ali, para sempre, acalentando os sorrisos ou lágrimas de que fala tão eloquente?
A quantidade de sentimentos despertados pela singeleza, abstrata e concreta a um tempo, de um amontoado de sons que conversam, concordando em suas assertivas matizadas de alturas que se completam, não se conta com os dedos – muitos seriam poucos –, mas em milimiligramas que coloca sobre os ombros de quem o ouve – a leveza quase palpável é a testemunha do toque suave que lenifica a crispação do cenho a que se acostumou o homem.
Sendo tão sublime não se afigura ocupação hercúlea concluir que a origem da música é o céu, a presença do Deus Criador. Diante de Sua majestade santa o louvor se torna imperioso, inevitável, voluntário e prazeroso.
A grandeza de Deus se percebe claramente pelo conjunto da criação. No entanto, é no rol de características de que dotou o homem que ela se mostra mais explícita. Entre tantas pontifica o gosto pelo belo, a atração que a harmonia das coisas exerce. De que forma não incluir a música em lugar de destaque na tradução de tão marcante traço?
Como tudo, houve uma degradação no sentido original de que se revestiu a música. A sempre-beleza deixou de ser soberana para dar lugar a disparates, ruídos travestidos de melodias, cuja defesa se torna obra de difícil consecução. Entretanto, o âmago ainda clama por frases breves – ou semibreves –, que tenham doçura mínima – ou semínima, que seja – e enlevem o coração, transportando-o aos píncaros da sensibilidade onde a guerra experimenta o desprezo que lhe tem faltado nestes dias de barulhos surdos que não perfazem uma cântico.
Música combina com adoração a Deus, com amor por Ele e por quem foi criado por Suas mãos. Afasta-se, escandalizada, de desonras, acintes e afrontas. Assemelha-se a lenitivo para a dor e discorda dos aguilhões engatilhados e apontados para ferir.
A música é boa; faz par com a vida, sendo-lhe fiel, abraçando-a quando se sente só, fazendo-lhe companhia andando e parando, no descanso e no cansaço.
Quando por aqui chegamos ela entoou vivas. Quando partirmos ela chorará nossa ida por um instante e, feliz, nos recepcionará no lar eterno.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Para relembrar!!!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Divagando
Globalização: Dilemas e incertezas
Um mundo sem fronteiras, é isso que o homem alcançou através de grandes conquistas e avanços científicos e tecnológicos.
Esses avanços possibilitaram a tão desejada, mas, porém, conturbada Globalização.
Desejada, pois possibilitaria a cooperação recíproca entre nações e povos de todo o globo, ou seja, cada um teria sua página na Internet, teria acesso à informação, poderia ligar-se simultaneamente com vários países, interagir com pessoas do mundo inteiro, comprar um produto na internet. Tudo isso seria sinônimo de ser moderno, avançado e, na verdadeira acepção da palavra ser global.
Mas cabe também aqui um questionamento:
Todos têm acesso a esse processo?
E é exatamente essa questão que conturba o processo de Globalização, pois ao mesmo tempo em que difunde, restringe o acesso às novas tecnologias á aqueles que dominam a ponta do iceberg capitalista, provocando a uniformização de numerosos aspectos da economia, da cultura e das comunicações, mudando a definição do que consideramos como local, regional e global.
Podemos constatar então que a globalização não é um produto sem erros de fabricação.
Como vimos acima, ela aproxima as pessoas, possibilita as troca de conhecimento e informação, através do avanços tecnológicos, eliminando as barreiras impostas pelas distancias territoriais.
Mas em contrapartida notamos as lacunas que separam em distâncias longas, os ricos dos pobres, bem como as nações desenvolvidas das mais atrasadas, o que acaba determinando quem serão os agentes globalizadores e quem serão aquelas que, sem escolhas, serão explorados, ou seja, os Desglobalizados.
Outro ponto problemático da globalização é o desemprego estrutural que é crescente, mesmo com o desempenho favorável de algumas economias.
O uso da tecnologia, a utilização da mão de obra barata proporcionada pela desteritorialização , que possibilitou as grandes conglomerados industriais atuar em vários países, faz com que postos de trabalho sejam eliminados e muitos indivíduos sejam jogados ao terror da falta de emprego, gerando um movimento migratório, que nos últimos anos vem crescendo e assustando países como Espanha e Estados Unidos, que tentam de forma drástica coibir essa ação desesperada, daqueles que poderíamos classificá-los como “os esquecidos da globalização”.
Essa dicotomia entre os pontos positivos e negativos da globalização e das inovações trazidas por ela, deve passar por uma investigação crítica da sociedade.
“Quando se aceita a existência de uma estrutura complexa de interação entre o ambiente econômico e as direções das mudanças tecnológicas, deixa-se de compreender o processo de inovação como um processo que evolui da ciência para o mercado.Os diferentes aspectos da inovação a tornam um processo complexo, interativo e não–linear.” (Cristina Lemos, Informação e Globalização na Era do Conhecimento, Rio de janeiro, p.125.)
Diante do que foi exposto, podemos dizer que a globalização é um processo que exige uma predisposição para o novo, e não são todos que estão preparados para uma troca intermitente no que diz respeito ao agir político, cultural e econômico, já que as vias de acesso aos avanços tecnológico estão concentradas nas mãos daqueles que detém o capital .
Mas também percebemos que a globalização não é algo acabado que devemos assimilar sem questionar, pelo contrário, é um processo que exige análise crítica e compromissada de todos aqueles que com ela convivem para chegarmos, ou pelo menos nos aproximara da tão desejada “Aldeia Global”, onde todos poderão interagir e se beneficiar do mundo sem fronteiras
Utopia ou não, cabe a nós através desse questionamento, dessa busca, a possibilidade de construir, um mundo sem imposições de poder, nem ingerências a serviço da desigualdade e da dependência.


